quinta-feira, 24 de julho de 2008

Ando pelas ruas e as pessoas me param. “E aí Huebra! Quem ganha essa eleição?” Sorrio e digo que se tivesse uma bola de cristal, talvez pudesse responder a tal indagação. Contudo, numa conversa rápida exponho alguns pontos de vista que nos leva, a mim e ao meu conhecido, a acreditar numa vitória do atual prefeito, Carlos Augusto. É sabido que os olhos do ser humano, ainda no melhor dos casos, já que isso não significa uma deficiência do órgão visual, não percebem com exatidão tudo quanto fitam. Várias vezes se fazem apreciações equivocadas mesmo achando terem feito a descrição exata do que se tinha visto. É preciso pousar a vista de forma mais apurada, com mais atenção.
Se não vejamos: Depois de tantos anos abandonados, a região compreendida pelos bairros do Palmital, Cidade Praiana, Serramar e adjacências finalmente foi assistida com uma ampla reforma urbanística, patrocinada pela Odebrecht, que terá sua conclusão efetivada, salvo algum atraso em função de questões meteorológicas, ainda no primeiro semestre de 2009. Ruas totalmente asfaltadas com esgoto e água. Isso chamamos de SANEAMENTO BÁSICO. O bairro do Mariléia se transformou em apenas três anos. Costazul, Recreio, Ouro Verde, enfim... Toda aquela área que antigamente denominávamos apenas de Costazul está totalmente urbanizada, faltando apenas em parte dessa área, mais precisamente lá pelos lados da baleia, a tão fundamental água. Então... Trata-se de uma administração voltada para o desenvolvimento econômico. A Zen-Zona Especial de Negócios-finalmente conseguiu alavancar. Sair do entrave estrutural, pois foi nesse governo que se possibilitou o asfaltamento, água, iluminação, enfim... Criou-se a tão necessária infraestrutura para que empresas pudessem realmente se instalar e produzir as tão sonhadas vagas de emprego. E assim seguimos apurando nossa visão. Até hoje políticos são criticados por não darem continuidade às obras de outros políticos. Num passado nem tão longe assim, nos lembramos dos CIEPS, obra dos saudosos Darci Ribeiro e Leonel de Moura Brizola. Aqui mesmo, pertinho, em Barra de São João, aquele Brizolão ficou anos a fio abandonado. Digo isso, pois o atual prefeito Sr Carlos Augusto, teve a inteligência e sensibilidade de não deixar de concluir todas as obras que a antiga administração havia começado. Ora, meu querido leitor, isso é uma virtude. A atual administração inaugurou a Estação de tratamento de esgoto-ETE-e concluiu o Píer que direciona a tubulação que levará o esgoto tratado para distantes 4 Km da costa. Escolas construídas de forma mais sólida, com tecnologia avançada, propiciando mais espaço e consequentemente mais vagas para os munícipes. Investimento maciço em recursos humanos, proporcionando aos servidores plenas condições de desenvolvimento pessoal, o que acaba acarretando melhorias salariais. Num determinado momento, percebemos que estamos vivendo um momento muito bom e que as perspectivas com a continuidade do projeto “Um futuro melhor” são muito favoráveis. Nada de planos utópicos, mirabolantes, vide “Aquário Público”, “Cidade Natação”, simplesmente investimentos em infra-estrutura e no ser humano. Portanto, tratemos de focar com mais acuidade as nossas visões. Não deixemos nos enganar com falácias eleitoreiras. Podemos até não gostar de alguém, podemos até ter divergências idealistas, podemos e devemos ter opinião, contudo não podemos deixar de ver aquilo que realmente acontece, sem subterfúgios, sem salamaleques. O atual governo é bom!

terça-feira, 15 de julho de 2008


Tenho a nítida impressão de ser caótico, incoerente, diverso, sou apenas aquilo que chamamos de possibilidade. É assim que sou é assim que a maioria dos seres humanos são. Não cabe a ninguem julgar. O que cabe é a experiência, a certeza de estar vivenciando tudo que a nós possa interessar. Sou hedonista, nem tanto quanto os sofistas, mas acredito que o prazer de estar vivo passa pelas sensações... E elas são tantas, intensas ou não, elas pairam no ar a espera de quem tenha a sensibilidade de pegar. " Cada um sabe a delícia e a angústia de ser o que é". Assim, caminhamos em busca de algo que nem sempre sabemos o que é... Porém, saber para qual finalidade? Quantas vezes é melhor saber ou viver? Se penso que sei, não faço. Se faço sem saber, regozijo. Saber e regojizar-se. Qual escolher? Somos contraditórios por natureza e naturalmente somos compelidos, um para o outro, vezes... Quantas vezes mais? O importante de se refletir sobre questões tão estranhas é que podemos verificar a fragilidade de nossa ânima e perceber a inquietude, o fogo que ainda arde, a brasa que queima, o frio na espinha... Aquela coisinha que sentimos subindo e descendo na barriga, uma sensação comum quando se tem dezessete anos... " Volver a los dezessete"...Sexo é exercício que fortalece a ânima. Amor é tolerância. Será que teremos outras vidas? Ou ela será apenas um fluxo perpétuo? Não importa...O importante é a compreensão hedonista da vida e acreditar no imponderável.

sexta-feira, 4 de julho de 2008



O QUE UMA ESCRITORA HOLANDESA FALOU DO BRASIL

Os brasileiros acham que o mundo todo presta menos o Brasil, realmente
parece que é um vício falar mal do Brasil. Todo lugar tem seus pontos
positivos e negativos, mas no exterior eles maximizam os positivos,
enquanto no Brasil se maximizam os negativos. Aqui na Holanda, os
resultados das eleições demoram horrores porque não há nada
automatizado. Só existe uma companhia telefônica e pasmem!: Se você
ligar reclamando do serviço corre o risco de ter seu telefone
temporariamente desconectado. Nos Estados Unidos e na Europa, ninguém
tem o hábito de enrolar o sanduíche em um guardanapo - ou de lavar as
mãos antes de comer. Nas padarias, feiras e açougues europeus, os
atendentes recebem o dinheiro e com mesma mão suja entregam o pão ou
a carne. Em Londres, existe um lugar famosíssimo que vende batatas
fritas enroladas em folhas de jornal - e tem fila na porta. Na Europa,
não-fumante é minoria. Se pedir mesa de não-fumante, o garçom ri
na sua cara, porque não existe. Fumam até em elevador. Em Paris, os
garçons são conhecidos por seu mau humor e grosseria e qualquer
garçom de botequim no Brasil podia ir pra lá dar aulas de 'Como
conquistar o Cliente'. Você sabe como as grandes potências fazem para
destruir um povo? Impõem suas crenças e cultura. Se você parar para
observar, em todo filme dos EUA a bandeira nacional aparece, e
geralmente na hora em que estamos emotivos. Vocês têm uma língua
que, apesar de não se parecer quase nada com a língua portuguesa, é
chamada de língua portuguesa, enquanto que as empresas de software a
chamam de português brasileiro, porque não conseguem se comunicar com
os seus usuários brasileiros através da língua Portuguesa. Os
brasileiros são vitimas de vários crimes contra a pátria, crenças,
cultura, língua, etc... Os brasileiros mais esclarecidos sabem que
temos muitas razões para resgatar suas raízes culturais. Os dados
são da Antropos Consulting: 1. O Brasil é o país que tem tido maior
sucesso no combate à AIDS e de outras doenças sexualmente
transmissíveis, e vem sendo exemplo mundial. 2. O Brasil é o único
país do hemisfério sul que está participando do Projeto Genoma. 3.
Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos países, a cidade do
Rio de Janeiro foi considerada a mais solidária. 4. Nas eleições de
2000, o sistema do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) estava
informatizado em todas as regiões do Brasil, com resultados em menos
de 24 horas depois do início das apurações. O modelo chamou a
atenção de uma das maiores potências mundiais: os Estados Unidos,
onde a apuração dos votos teve que ser refeita várias vezes,
atrasando o resultado e colocando em xeque a credibilidade do processo.
5.. Mesmo sendo um país em desenvolvimento, os internautas brasileiros
representam uma fatia de 40% do mercado na América Latina. 6. No
Brasil, há 14 fábricas de veículos instalados e outras 4 se
instalando, enquanto alguns países vizinhos não possuem nenhuma. 7.
Das crianças e adolescentes entre 7 a 14 anos, 97,3% estão estudando.
8. O mercado de telefones celulares do Brasil é o segundo do mundo, com
650 mil novas habilitações a cada mês. Na telefonia fixa, o país
ocupa a quinta posição em número de linhas instaladas. 10. Das
empresas brasileiras, 6.890 possuem certificado de qualidade ISO-9000,
maior número entre os países em desenvolvimento. No México, são
apenas 300 empresas e 265 na Argentina. 11. O Brasil é o segundo maior
mercado de jatos e helicópteros executivos. Por que vocês têm esse
vício de só falar mal do Brasil?1. Por que não se orgulham em dizer
que o mercado editorial de livros é maior do que o da Itália, com
mais de 50 mil títulos novos a cada ano? 2. Que têm o mais moderno
sistema bancário do planeta?3. Que suas agências de publicidade
ganham os melhores e maiores prêmios mundiais?4. Por que não falam
que são o país mais empreendedor do mundo e que mais de 70% dos
brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável parte de seu tempo
em trabalhos voluntários?5. Por que não dizem que é hoje a terceira
maior democracia do mundo?6. Que apesar de todas as mazelas, o
Congresso está punindo seus próprios membros, o que raramente ocorre
em outros países ditos civilizados?7. Por que não se lembram que o
povo brasileiro é um povo hospitaleiro, que se esforça para falar a
língua dos turistas, gesticula e não mede esforços para atendê-los
bem? 8. Por que não se orgulham de ser um povo que faz piada da
própria desgraça e que enfrenta os desgostos sambando? É! O Brasil
é um país abençoado de fato. Bendito este povo, que possui a magia
de unir todas as raças, de todos os credos.Bendito este povo, que sabe
entender todos os sotaques. Bendito este povo, que oferece todos os
tipos de climas para contentar toda gente. Bendita seja querida pátria
chamada Brasil!Divulgue esta mensagem para o máximo de pessoas que
você puder. Com essa atitude, talvez não consigamos mudar o modo de
pensar de cada brasileiro, mas ao ler estas palavras irá, pelo menos,
por alguns momentos, refletir e se orgulhar de ser BRASILEIRO!!!

quinta-feira, 15 de maio de 2008


Chove lá fora e o ambiente parece serrano. Folhas caídas, frio, chuva fina e quase ninguém na rua. Lá vou eu em busca do pão nosso de cada dia. Caminho sozinho. Penso. Se penso, logo existo, né? Pois é, assim caminhamos pela vida. Fazendo coisas simples e filosofando sempre. Filosofar é preciso, podem acreditar. Pois nesse pequeno trajeto, entre minha casa e a padaria, observo a cidade. Aonde será que perdemos aquilo que viemos procurar? Aí precisamos refletir sobre o que seria uma perda. Seria algo que supomos ter? Na realidade é uma privação. Podemos não ser os donos, pois pode ser algo que apenas necessitamos. E necessitamos de tantas coisas, não é mesmo? Necessitamos de dinheiro, de roupas, de calçados, de remédios, de água, de comida, enfim... Coisas essas que fazem a vida girar, girar. Além disso, meus queridos leitores, necessitamos de flores, da terra, do céu, do mar, das nuvens e fundamentalmente de pessoas. Não há um ser humano, neste misterioso planeta terra, que possa ficar sem uma pessoa para se relacionar. A ausência do semelhante é o fim. Cada um de nós tem algo a procurar. Diferentemente dos animais, somos seres que abstraímos. Criamos ilusões e muitas vezes a perseguimos de forma errada. E se cometemos erros de procura talvez estejamos criando falsas ilusões. Ainda estou a caminhar em direção ao pão que um dia foi trigo e entendo enfim meus pensamentos. É que viemos morar num balneário que tinha mais ou menos doze mil habitantes e nossas ilusões eram outras. Queríamos paz, ar puro, praias limpas, ruas de terra. Queríamos gente simples e cortês, queríamos a sensação de que o tempo não passava. Queríamos o barquinho voltando cheio de peixes lá na Boca da Barra e o pescador, amigo, nos oferecendo uma bicuda. Queríamos esquecer a bicicleta na praça José Pereira Câmara e no dia seguinte buscá-la, no mesmo lugar. Queríamos o papo longo na porta da padaria Mania de Pão, a carne assada com salada de tomate do Bar do Sabiá, lá no Nova Aliança ou era Caranguejo? Queríamos o pôr do sol lá no quiosque da Maria, o piquenique no camping do bosque, queríamos observar a cidade do mirante da Av. Amazonas, a cerveja gelada no bar do Pompeu, lá no Mariléia, queríamos andar de pedalinho na praia do centro. Queríamos e fazíamos tudo isso. Assim desperto de minha reflexão e percebo que não conheço a vendedora que me atende, recebo o troco da caixa que não conheço, esbarro num semelhante desconhecido, e volto para casa com o sentimento de que continuarei procurando por algo que já não me pertence mais.

terça-feira, 1 de abril de 2008

01/04/2008 - 11h48
Gilberto Gil faz apresentação em Londres com sua voz e um violão
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LONDRES, 1 Abr 2008 (AFP) - Acompanhado apenas por um violão e sua voz, o músico e ministro brasileiro da Cultura, Gilberto Gil, apresentou em Londres seu repertório de samba, bossa nova, afoxé e samba-reggae, falou de futebol e um pouco de política diante de um público em êxtase, que o recebeu e se despediu dele de pé.

Em um show realizado na segunda-feira à noite no centro Barbican, um dos principais palcos de Londres, o cantor e compositor de 66 anos hipnotizou a sala com canções de seu álbum "Gil Luminoso" (2007), que se caracteriza por seu minimalismo e espiritualidade, e com outras inéditas para o público internacional.

Com seu longo cabelo com dreadlocks presos em um rabo-de-cavalo, Gil aqueceu a sala com o samba carioca "Aquele Abraço" e conversou com o público sobre os ritmos apresentados, como o afoxé da Bahia e o baião do nordeste brasileiro.

"Sei que este show se chama Solo. Mas por favor, dêem as boas-vindas ao meu filho, Ben Gil, no violão", pediu ao público o músico, que ocupa a pasta de ministro da Cultura do Brasil desde 2003.

Falou também um pouco de futebol. "Os brasileiros e o futebol, não há escapatória", disse o músico, que teve diagnosticado recentemente um pólipo em suas cordas vocais.

Com sua voz especial, Gil interpretou também vários temas em inglês, entre eles uma versão de "When I am 64", de Paul McCartney, e "No woman no cry", do jamaicano Bob Marley, que o compositor baiano disse que marcou profundamente sua carreira.

Também tocou novas músicas de seu próximo álbum, que chegará às lojas em junho, como "Despedida de Solteira", e contou que está "conseguindo dedicar mais tempo à composição", arrancando aplausos do público.

Em uma entrevista concedida nesta terça-feira à rádio britânica BBC, Gil explicou que a música apresentada no show "é diferente" da de outras turnês, porque não inclui uma banda, além de ser mais íntima, mais sensível.

"Aquela era uma música mais barulhenta e dinâmica, incluindo geralmente uma banda. Esta música é mais suave", explicou Gil à BBC.

"É mais sensível, só eu e o violão", acrescentou Gil, afirmando que em suas canções aborda sempre diferentes temas, como "relações amorosas, buscas existenciais, política, filosofia, ciência, tecnologia".

Na entrevista, Gil enfatizou a importância da cultura e da arte para mudar as coisas, sem subestimar o poder da política.

"Diria que cerca de 80% do meu tempo e energia são dedicados ao Ministério da Cultura e 20% à minha música", disse o fundador nos anos 60, ao lado de Caetano Veloso, Maria Bethânia e Gal Costa, do movimento Tropicalia, que revitalizou a música e as artes brasileiras.

Diante do comentário de que "não é muito convencional" que um ministro da Cultura faça apresentações, Gil respondeu que "o governo de Lula não é convencional".

A sala também não parecia ser, com um público de pé, dançando com suas músicas suaves e cadenciadas e levando Gil ao bis com seus aplausos.

Seu amigo Caetano Veloso disse certa vez: "Gil crê em Deus. Eu creio em Gil". Uma declaração de amor com a qual o público londrino pareceu concordar.
do UOL Diversão e Arte



A calamidade é não enxergar isso!
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Tem gente que reclama da idade
Tem gente que odeia a realidade
Tem gente em busca da verdade
Sobrevivendo a todas as necessidades
A vida passa, e a gente vê
Que é tão triste, dizer que foi tão bom,
Eu já fiz 15 anos
Não sei se vivo mais dez
As vezes me pergunto
O que já é demais
E vejo que nada sou
E vejo que nada somos
Temos nossas vidas
E o amanhã é daqui a um segundo
Olha! Já passou.

Temos medo do tempo
O tempo é cruel
Ele cura feridas
Ele mostra a saída
Ele passa.

E sempre tudo acaba
Não viva no padrão
Não busque a perfeição

Não creia em todas as nossas
Virtudes malditas
E buscando sempre o que não existe
Buscando sempre novas vidas.
(Helber Silver)

segunda-feira, 31 de março de 2008

O Púcaro nasceu em 1976 na Faculdade de Engenharia Civil de Três Poços. Depois resurgiu em Rio das Ostras em 1990 e agora deverá retornar, possibilitando um diferente enfoque, uma diferente visualização, tentando linkar as cabeças pensantes do município. Que venha!